CARTEIRA INTERNACIONAL DO JORNADA – 10/04/2019

Completamos pouco mais de 1 mês do início da Carteira Internacional do Jornada. Caso ainda não tenha visto o artigo com a montagem do portfólio, clique aqui.

Iniciamos a carteira com 10 mil reais, e a ideia é aportar 1 mil reais todo mês, além do valor que sobrou em caixa e os dividendos recebidos no período.

Muitos estão falando de bolha na economia norte-americana e que pode afetar diversos países do mundo.

Porém, não é possível prever quando acontecerá algo realmente relevante. Na metodologia de buy & hold, continuamos com aportes todos os meses e, assim, compraremos em preços considerados altos e também nos baixos.

Vejamos como foi o desempenho da carteira até agora:

A carteira teve uma valorização de R$ 101,53, que representa 1,02% sobre o valor investido.

Na realidade, os ativos da carteira tiveram uma valorização bem superior a essa, mas, como estamos calculando a rentabilidade em reais, ela foi puxada para baixo devido à queda no câmbio. Nosso preço de aquisição do dólar na montagem da carteira foi de R$ 3,9423, enquanto o dólar atual está em R$ 3,8250.

Assim como nas outras carteiras, destaco que o mais importante não é a valorização de um mês a outro. Teremos oscilações para cima e para baixo, mas, no longo prazo, a tendência é que as cotações subam de acordo com o crescimento do lucro dos ativos da carteira.

Veja como estava a carteira no dia 10/04/2019:

Carteira Internacional do Jornada – 10/04/2019

A tabela mostra uma pequena desvalorização em VIG, mas, como dito anteriormente, ela foi por conta da queda cambial. Veja que o preço atual do ativo está mais alto que o nosso preço médio de aquisição.

Os demais ativos apresentam valorização de cerca de 1% em reais, enquanto, na verdade, essa valorização é próxima de 4% em dólar.

Com relação aos rendimentos recebidos, tivemos pequenas distribuições de IVV, VIG, VIGI e VNQ, totalizando um valor de US$ 5,89. Não recebemos nada de VNQI ainda.

Vale lembrar que a distribuição da maioria dos ativos é trimestral.

Além do recebimento de US$ 5,89, também tinha um caixa de R$ 109,08, que representa US$ 27,67 pelo aporte inicial.

Também foi feito o aporte mensal de R$ 1.000,00, que, considerando os custos e o spread cambial, correspondeu a US$ 255,12. Assim, ficamos com US$ 288,68 para investir.

Como todos os ativos da carteira subiram e ela ainda está bem enxuta, optei pela compra de um novo ativo: o ETF XSOE.

O XSOE investe somente em empresas de países emergentes, como China, Coreia do Sul, Índia, África do Sul, Rússia, México, entre outros.

Além disso, seu critério é de não investir em empresas estatais, com a premissa de que empresas privadas são mais eficientes. Eu concordo com essa opinião e gostei da proposta do ETF.

Foram compradas 9 cotas, com preço médio de US$ 30,35 (já inclusa a taxa de corretagem de US$ 2,99) , totalizando US$ 273,17.

Com isso, sobrou um caixa de US$ 15,51 para utilizarmos no próximo mês.

Ainda está com dúvida se deseja investir no exterior? Leia o artigo “Vale a Pena Investir em ETFs no Exterior?” e tire suas próprias conclusões!

Agora quero saber de você! Já está investindo no exterior? Que ativos você tem em sua carteira? Quais você não teria? Deixe seu comentário!

Até a próxima atualização! Grande abraço!

Vitor Hernandes