CARTEIRA INTERNACIONAL DO JORNADA – 10/07/2019

Vamos para mais uma atualização da Carteira Internacional do Jornada. Caso ainda não tenha visto o artigo com a montagem do portfólio, clique aqui.

O índice S&P 500, que havia fechado em 2.886 pontos na última atualização, acabou se valorizando novamente e atingiu os 2.993 pontos.

O mundo continua agitado por conta de impasses políticos, principalmente entre EUA e China, mas podemos ver mais movimentos de alta antes de uma possível correção maior.

Não é possível prever quando acontecerá uma queda realmente relevante. Na metodologia de buy & hold, continuamos com aportes todos os meses e, assim, compraremos em preços considerados altos e também nos baixos.

No entanto, já tenho agido com mais cautela na carteira internacional: montamos uma posição em caixa na atualização anterior e, hoje, faremos uma alocação estratégica.

Primeiro, vejamos como foi o desempenho da carteira até agora:

A carteira acumula hoje uma desvalorização de R$ 18,64, que representa -0,14% sobre o valor investido.

Veja como estava a carteira no dia 10/07/2019:

Carteira Internacional do Jornada – 10/07/2019

Embora os preços médios de quase todos os ativos (exceto o XSOE) estejam menores que o preço atual, a carteira apresenta prejuízo em Berkshire e VNQI, além de valorizações mais baixas em outros ativos.

Isso ocorre por causa da grande desvalorização do dólar em relação ao real. O preço médio de aquisição de dólar na nossa carteira é de R$ 3,9553, enquanto o dólar está na casa de R$ 3,7545.

A rentabilidade em dólar não está ruim, mas o dólar caiu em relação ao real.

No entanto, nada a se preocupar. Como sempre digo, oscilações são normais e, inevitavelmente, teremos momentos de lucro e de prejuízo.

Neste mês, recebemos o pagamento dos 5 ETFs da carteira, totalizando US$ 12,66 e também optei por inserir um ativo descorrelacionado ao restante dos outros da carteira.

Por verificar que os preços das commodities em geral estejam em patamares historicamente muito baixos, resolvi aportar em um ETF que segue de perto o índice GSCI, que é composto por diversas commodities.

Assim, inseri o ETF GSP na carteira, comprando 15 cotas pelo preço médio de US$ 15,54 (já contabilizando a taxa de corretagem).

Após a nova compra, o caixa da carteira ficou em US$ 338,50, representando 9% da carteira, e poderá ser útil em eventuais oportunidades.

Ainda está com dúvida se deseja investir no exterior? Leia o artigo “Vale a Pena Investir em ETFs no Exterior?” e tire suas próprias conclusões!

Agora quero saber de você! Já está investindo no exterior? Que ativos você tem em sua carteira? Quais você não teria? Deixe seu comentário!

Até a próxima atualização! Grande abraço!

Vitor Hernandes