CARTEIRA INTERNACIONAL DO JORNADA – 10/06/2019

Vamos para mais uma atualização da Carteira Internacional do Jornada. Caso ainda não tenha visto o artigo com a montagem do portfólio, clique aqui.

Na última atualização, registramos que o índice S&P 500 havia sofrido uma queda para os 2.811 pontos. Hoje, ele fechou em 2.886 pontos e mostra uma recuperação da bolsa norte-americana no mês.

O mundo continua agitado por conta de impasses políticos, principalmente entre EUA e China, mas podemos ver mais movimentos de alta antes de uma possível correção maior.

Não é possível prever quando acontecerá uma queda realmente relevante. Na metodologia de buy & hold, continuamos com aportes todos os meses e, assim, compraremos em preços considerados altos e também nos baixos.

No entanto, já estou inclinado a agir com mais cautela e teremos boas novidades nesta atualização.

Vejamos como foi o desempenho da carteira até agora:

A carteira acumula uma valorização de R$ 198,52, que representa 1,65% sobre o valor investido.

Veja como estava a carteira no dia 10/06/2019:

Carteira Internacional do Jornada – 10/06/2019

Todos os ativos da carteira representam valorização, exceto o XSOE, que está sendo bastante influenciado por quedas recentes na bolsa de Xangai.

Vamos lembrar que o XSOE investe em ações de países emergentes. Boa parte de seu portfólio é de empresas da China e Hong Kong. Além disso, tem certa exposição no Brasil também.

No entanto, nada a se preocupar. Oscilações são normais e, inevitavelmente, teremos momentos de lucro e de prejuízo.

Neste mês, decidi realizar o lucro em VIG, pois percebi que a exposição nele acaba sendo uma sobreposição da exposição em IVV, em termos de oscilação de mercado. Ambos se comportam de maneira muito parecida.

Optei por manter o IVV pela participação em ótimas empresas que não estão no VIG, como Apple, Amazon, Google, Berkshire e Facebook.

Com isso, a venda total de VIG gerou um lucro de US$ 26,60 (R$ 74,63) e um valor de US$ 456,36 que pode ser destinado a um novo investimento.

Somando esse valor, o caixa de 9 dólares e o aporte de 1 mil reais (US$ 250,87), ficamos com US$ 716,23 para usar.

Com esse valor, comprarei 2 ações da Berkshire Hathaway (BRK.B) pelo preço de US$ 207,16 cada, totalizando US$ 417,32 com o valor da corretagem (2,99) incluso. Com isso, o preço médio fica em US$ 208,66.

A Berkshire é a empresa fundada por Warren Buffet, um dos cinco homens mais ricos do mundo e considerado o maior investidor de todos os tempos.

Optei por comprá-la, pois, além da gestão sensacional de Buffet e sua equipe, com participação em dezenas de grandes empresas, a empresa ainda conta com um robusto caixa de US$ 114 bilhões, o que dá uma incrível possibilidade de comprar diversos negócios e ampliar ainda mais seus lucros (no vídeo, mostro mais detalhes sobre o racional de investir na Berkshire).

O momento atual é de tensão mundial e podemos ter o desencadeamento de alguma crise a qualquer momento. Como não temos como prever quando, continuaremos fazendo aportes, mas optei também por deixar uma posição em caixa.

Com a compra de Berkshire, restou o valor de US$ 298,92, que ficará em caixa para possíveis oportunidades que possam surgir ao longo dos próximos meses.

Ainda está com dúvida se deseja investir no exterior? Leia o artigo “Vale a Pena Investir em ETFs no Exterior?” e tire suas próprias conclusões!

Agora quero saber de você! Já está investindo no exterior? Que ativos você tem em sua carteira? Quais você não teria? Deixe seu comentário!

Até a próxima atualização! Grande abraço!

Vitor Hernandes